Compota de música na Fábrica, às sextas

Sofia T

Profissionalmente tem feito imensas coisas, no entanto, aqui só se encontrará a parte civilizada.
Lê livros, conta histórias, estuda um pouco de tudo, o que lhe dá a capacidade de ver o mundo numa perspectiva alargada e de aprender depressa. Nunca pára de aprender. Vive numa insaciável busca por conhecimento e pela melhoria das suas aptidões.

Gosta de fazer bem, privilegia sempre a competência e segura-a no seu horizonte.

Se lhe perguntarem o que gosta mesmo de fazer, dirá que gosta de ler, escrever e de contar histórias. Por isso, escreve coisas em várias vozes. Eleva cada voz a um desafio que leva até ao fim e lhe serve de combustível.

Escreve em plataformas Blogger, WordPress, papel ou na areia da praia. Conta histórias em vídeo, áudio, ou texto. E edita-as todas, porque, acredita, é na edição que está a arte.

A quem interessar, nos espaços temporais que deixa em aberto, carregou fardos de palha, sacas de ração e carrinhos-de-mão cheios de estrume. Também trabalhou muitos cavalos e deu aulas de equitação, entre tantas outras coisas.
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Às sextas-feiras, na Fábrica das Palavras, faz-se compota (“jam” em inglês) não de fruta, mas de música. As Jam às sextas são Jam Sessions que trazem convidados especiais de uma banda residente composta por Paulo Brissos, na voz e guitarra, Sertório Calado, na bateria, João Sanguinheira, no baixo e Rogério Nunes, no piano.

Jam Sessions são sessões de improvisação musical, ao vivo, em que se reúnem músicos que tocam sem ensaio prévio. Há quem acredite que a palavra jam, das Jam Sessions, veio mesmo da compota, ou da geleia, e que se refere a vários estilos musicais que se misturam em improviso num palco. Outros acreditam que é a sigla de Jazz After Midnight e vem das sessões de improviso que acontecem nos bares já noite dentro. Seja qual for a origem da palavra, a verdade é que esta pode mesmo ser uma “compota musical”.

E esta compota é especial, porque é feita, com vários músicos, os da banda residente, os convidados e todos os cantores e instrumentistas que queiram nela participar. Os participantes de improviso podem trazer temas fora dos clássicos de Jazz e Blues que servem de base a estas sessões.

Já passaram por aqui artistas como Teresa Macedo, Alexandre Diniz, António do Lago Pinto ou Cherry.

Em Dezembro, as Jam vão ter o convidado Vicky Marques e quem mais aparecer para adoçar as sextas.

Mais informações AQUI

*Fotografias de Helder Bento

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Profissionalmente tem feito imensas coisas, no entanto, aqui só se encontrará a parte civilizada. Lê livros, conta histórias, estuda um pouco de tudo, o que lhe dá a capacidade de ver o mundo numa perspectiva alargada e de aprender depressa. Nunca pára de aprender. Vive numa insaciável busca por conhecimento e pela melhoria das suas aptidões. Gosta de fazer bem, privilegia sempre a competência e segura-a no seu horizonte. Se lhe perguntarem o que gosta mesmo de fazer, dirá que gosta de ler, escrever e de contar histórias. Por isso, escreve coisas em várias vozes. Eleva cada voz a um desafio que leva até ao fim e lhe serve de combustível. Escreve em plataformas Blogger, WordPress, papel ou na areia da praia. Conta histórias em vídeo, áudio, ou texto. E edita-as todas, porque, acredita, é na edição que está a arte. A quem interessar, nos espaços temporais que deixa em aberto, carregou fardos de palha, sacas de ração e carrinhos-de-mão cheios de estrume. Também trabalhou muitos cavalos e deu aulas de equitação, entre tantas outras coisas.

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