Quinta e Palácio de Subserra: da memória à actualidade
Num destes finais de semana quis o acaso que fosse terminar o dia num dos Fins de Tarde em Subserra, para assistir a um pequeno concerto de jovens músicos.
Ler maisNum destes finais de semana quis o acaso que fosse terminar o dia num dos Fins de Tarde em Subserra, para assistir a um pequeno concerto de jovens músicos.
Ler maisDiz o povo, que quem conta um conto, acrescenta um ponto, e como as lendas não passam de contos, herdados de geração em geração, por vezes não são exactamente iguais dependendo do lugar e da pessoa que os transmite.
Ler maisOs pais vivem numa roda constante e fazem dessa roda o centro de vida dos seus filhos. São pais e filhos envolvidos numa teia de stress, que impede os filhos de viverem a infância, transformando-os em adultos precoces. Pequenos adultos sem regras. Sem orientação adequada. Sem afectos e, sobretudo, sem fantasias. Sem tempo para não fazerem nada e simplesmente sonhar.
Ler maisDurante algumas décadas o centro de Vila Franca de Xira foi constituído por um conjunto edificado de alguma nobreza, onde pontuavam o Palácio da Justiça, o Cineteatro, o Café Central, o Celeiro da Patriarcal, a Estalagem da Lezíria, os Correios e o conjunto arquitectónico do Largo da Câmara.
Ler maisNuma tarde quente de verão, estava eu sozinha, recentemente viúva, num supermercado qualquer aqui próximo, cheio de gente, quase contendo a respiração para não me envenenar com aquela poluição de gente vazia.
Ler maisHá ainda pouco tempo, na Primavera passada, descíamos em Vila Franca, pela Rua Miguel Bombarda, ali próxima do Museu de Arte Sacra, caminhando pelo passeio que fica entre os prédios e os belíssimos abrunheiros que, em boa vizinhança, convivem com os carros aí estacionados.
Ler maisA imagem provoca mal-estar. Até mais do que isso. É o horror a cores. Aylan é um menino como tantos outros meninos. Mas este, apesar de não o saber, ficou famoso. Pena ter sido necessário chegar a isto para acordarmos.
Ler maisÀ distância sofre-se menos, muito menos. As sete horas de diferença e um bebé de três meses acabaram com o acordar às 3h45 para ver um jogo de futebol.
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